Sabina tem recorde de pinguins nascidos em cativeiro

O primeiro filhote veio ao mundo em 1° de dezembro. Seguido dele, mais seis ovos eclodiram no último mês de 2017. Com o total de sete pinguins nascidos em cativeiro, o pinguinário da Sabina Escola Parque do Conhecimento, em Santo André, quebrou seu próprio recorde – quatro – de nascimentos da ave em cativeiro.

De acordo com a bióloga Catherina Monteiro, o número elevado de bebês pinguins simboliza conquista. “Demonstra que nosso trabalho é bom, que eles (pinguins) têm qualidade de vida e estão adaptados ao recinto. Acreditamos até que esse número seja recorde em relação a outros aquários e zoológicos do País”, diz.

O ano passado correspondeu ao quinto ano consecutivo em que houve reprodução no pinguinário da Sabina. Isso porque dois casais de pinguins tiveram dois ovos fecundados, acontecimento considerado raro na natureza. “Os pinguins botam de um a dois ovos e, normalmente, só um vinga. O segundo ovo é descartado (na natureza) para que não haja um gasto energético excessivo”, explica a bióloga.

O acontecimento chega a emocionar os funcionários que acompanham o desenvolvimento dos animais. A estagiária e estudante de Ciências Biológicas Beatriz de Aquino, 38 anos, que também voluntariou como tratadora dos pinguins, se alegra ao falar dos novos integrantes à família Sabina. “Você acompanha o ovinho e, quando vê ele quebrando, a primeira rachadura, o biquinho, fica emocionada”, conta.

A chegada dos bebês também alegra os visitantes do espaço. A professora Tassiana Rugoni de Campos, 33, levou seu filho, Felipe, 7, para aproveitar o espaço. “Acho (o trabalho com os pinguins) muito interessante, porque é atípico do nosso clima. É uma novidade para ele”, diz a mãe.

Agora com 33 animais, o pinguinário da Sabina está lotado. O ambiente tem capacidade para até 28 aves, por isso, alguns filhotes terão de ser encaminhados para outros aquários e zoológicos. “Assim que recebermos os resultados dos testes de sexagem (para saber o sexo dos filhotes), eles serão encaminhados. Talvez fiquemos com alguns, porque não podemos ter um irmão e uma irmã da mesma idade habitando o mesmo ambiente”, explica a veterinária Franscinne Narita.

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